Bom dia 12 de maio teve uma festa na república onde moro, e a maioria dos moradores estavam presentes, além dos convidados, porque era uma festa aberta. Claro, sempre fica a cargo de alguns organizarem a parte financeira e burocrática da coisa, mas no dia da comemoração vi gente que nunca tinha visto antes. Durante a semana, o pessoal da organização me convidou para ajuda-los no dia da festa, e de quebra ganharam a ajuda da Monica também, minha amiga de Madrid, que estava aqui em casa nesse dia. Embora sentíssemos muita falta das meninas (as duas argentinas já tinham voltado para América Latina e a Cèlia tinha ido viajar sozinha um mês pela parte leste da Europa), nos animamos e fomos praticar nosso alemão com o pessoal, camelandonos. Com toda simpatia mostrada nos preparativos, pensamos que eles se abririam para nos conhecer melhor, pacientes com o fato de que falamos pouco o seu idioma. Mas, novamente, comprovamos que os alemães estão ocupados demais com as suas coisas e dispõe pouco tempo para conhecer novas pessoas. Além de nem todos serem pacientes, e logo apelarem para o inglês para que a conversa flua. É engraçado pensar nisso! Ainda mais porque convivemos com muitos jovens, em uma cidade que é considerada super aberta, por ser multicultural e também capital gay da Alemanha. Tu vê! Imagina uma cidade tradicional, né? Hahahaha. Independente disso e dessas reflexões que nos ajudam a construir e fortalecer o estereótipo alemão, nos divertimos bastante, bebemos de graça (por ajuda-los durante a festa) e ganhamos uma camiseta da casa. São coisas que acontecem, o estrangeiro no Brasil é tratado bem porque é novidade, aqui como é normal, torna-se um salve-se quem puder. Não que eles sejam maus conosco, ou nos tratem mal, mas falta a aproximação de amigo, a aproximação cultural e de vocabulário... Enfim! Um coisa delicada de explicar, mas vale a reflexão!
"Um pouco das aventuras (detalhadas) da Su na Alemanha e na Europa"
domingo, 10 de junho de 2012
271º dia em Köln
Bom dia 12 de maio teve uma festa na república onde moro, e a maioria dos moradores estavam presentes, além dos convidados, porque era uma festa aberta. Claro, sempre fica a cargo de alguns organizarem a parte financeira e burocrática da coisa, mas no dia da comemoração vi gente que nunca tinha visto antes. Durante a semana, o pessoal da organização me convidou para ajuda-los no dia da festa, e de quebra ganharam a ajuda da Monica também, minha amiga de Madrid, que estava aqui em casa nesse dia. Embora sentíssemos muita falta das meninas (as duas argentinas já tinham voltado para América Latina e a Cèlia tinha ido viajar sozinha um mês pela parte leste da Europa), nos animamos e fomos praticar nosso alemão com o pessoal, camelandonos. Com toda simpatia mostrada nos preparativos, pensamos que eles se abririam para nos conhecer melhor, pacientes com o fato de que falamos pouco o seu idioma. Mas, novamente, comprovamos que os alemães estão ocupados demais com as suas coisas e dispõe pouco tempo para conhecer novas pessoas. Além de nem todos serem pacientes, e logo apelarem para o inglês para que a conversa flua. É engraçado pensar nisso! Ainda mais porque convivemos com muitos jovens, em uma cidade que é considerada super aberta, por ser multicultural e também capital gay da Alemanha. Tu vê! Imagina uma cidade tradicional, né? Hahahaha. Independente disso e dessas reflexões que nos ajudam a construir e fortalecer o estereótipo alemão, nos divertimos bastante, bebemos de graça (por ajuda-los durante a festa) e ganhamos uma camiseta da casa. São coisas que acontecem, o estrangeiro no Brasil é tratado bem porque é novidade, aqui como é normal, torna-se um salve-se quem puder. Não que eles sejam maus conosco, ou nos tratem mal, mas falta a aproximação de amigo, a aproximação cultural e de vocabulário... Enfim! Um coisa delicada de explicar, mas vale a reflexão!
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